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You can't get hope for free
André - 30 janeiro 2006 - 23:31
Não adianta. Por mais que a gente corra, fuja, se esconda, uma hora a realidade bate. E bate forte. Na verdade, é uma porrada tão grande que é até difícil acreditar que ela aconteceu. É, a partir de agora tudo fica mais difícil. Foda mesmo. Sinto como se o mundo tivesse virado do avesso, e resolvesse despejar tudo de ruim aqui.

No entanto, não consigo me desesperar. Não consigo nem mesmo ficar muito triste. Tem uma pontada no coração, uma luz pulsante que diz "Tudo vai acabar bem". E, por incrível que pareça, ela é mais forte que todo o meu pessimismo. Fodam-se as estatísticas, foda-se a realidade, foda-se qualquer coisa que tenha relação com isso. Tem essa pequena pontada de esperança. Eu me agarro a ela com tudo o que tenho, não por desespero, mas por ter certeza de que é ela que está certa. É o meu instinto que sabe das coisas desta vez, agora são todos os meus sentimentos que fazem a diferença. Não vai ser fácil, nem agradável. Mas eu sinto que vai ter um final hollywoodyano, onde tudo dá certo, todos saem felizes. E nada, nada pode contrariar isso porque é o que eu SINTO. É o que eu não posso mudar.

Por isso, se alguém me ver triste, faça o favor de me xingar, de me chutar, de encher a minha cara de cerveja. Tenho motivos para me preocupar, mas não para parar de sorrir. Tenho motivos para temer o que vai vir, mas não para duvidar do desfecho - e, no final, tudo vai acabar bem. Não sei exatamente como, nem porque, mas é o que diz aquela luz no coração. Se não é impossível, pode ser feito. Aliás, "pode" não. VAI ser feito. E, quando tudo voltar ao normal, eu vou olhar esse post e me lembrar que hoje eu descobri o verdadeiro significado de uma palavra simples. Ninguém consegue esperança de graça. Porque ela não tem preço.
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