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Escreveu não leu, é greve
André - 09 novembro 2007 - 15:46
Ao contrário da seleção Argentina, que ameaça mas sempre amarela na hora H, o WGA (Writers Guild of America) - sindicato de roteiristas dos Estados Unidos - entrou em greve no último dia 5, conforme vinha anunciando que faria caso suas exigências (que não são "um helicóptero, dinheiro, e eu solto a garota assim que estiver a salvo") não fossem cumpridas.

Na verdade, o que os roteiristas querem é um pagamento maior pela venda de DVDs e uma parte do lucro gerado pela venda de programas de TV e filmes na internet. Do outro lado os estúdios, claro, consideram isso um exagero, mas agora que a cagada está feita veremos até onde eles são flexíveis.

Quanto aos filmes, eles não serão muito afetados imediatamente, pois a maioria dos lançamentos para 2008 já está em finalização - além do mais, devem existir pilhas e pilhas de roteiros nas prateleiras dos estúdios. Mesmo assim, alguns scripts tiveram que ser acabados na correria, e se isso vai afetar a qualidade dos projetos só o tempo dirá (por outro lado, produções como Velozes e Furiosos 4 podem continuar tranquilamente, pois não possuem roteiro). Como a greve deixa tudo mais parado do que passeata no Centro, nem mesmo as tradicionais alterações em diálogos e cenas durante as filmagens poderão ser feitas. Por isso, muitos estúdios pediram três ou quatro versões da mesma história - assim, podem misturar quando alguma alteração for requerida e/ou necessária.

Já na televisão o buraco é mais embaixo: sem roteiristas, os talk-shows, novelas e outros programas ao vivo vão entrar numa onda de reprises. Alguns seriados estão bem encaminhados, mas outros como Heroes podem ter sua temporada reduzida, terminando na metade dos tradicionais 24 episódios (quem sabe, assim, desistam de vez de coisas como One Tree Hill e Friday Night Lights... seria a comprovação de que tudo tem um lado bom).

Ah sim, da última vez que os roteiristas entraram em greve, em 1988, durante 22 semanas, a indústria perdeu cerca de US$ 500 milhões. Ou seja, quem aí não gosta de Hollywood sinta-se à vontade para levantar e gritar "Chuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuupa!".

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