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Só pra ter história pra contar
Anônimo - 12 fevereiro 2006 - 22:02
A minha versão


O que deu na cabeça do Thiago de pensar aquilo, eu não faço idéia. Mas daí para o André e o Leandro acharem uma idéia boa, deveria ter muita coisa antes.... enfim. Depois de tanto pensar aonde ir nesse sábado a noite, depois de passar na frente do Strike até e parar pra comprar cerveja na Carlos Gomes, saímos, exatamente à meia-noite rumo à Capão da Canoa.
Agora me diz: O que eu digo pra esse bando de maluco que eu considero amigos pra caralho???... Bom.. Esfrega os olhos, olha pra janela e aceita... vamos lá!

IDA

Parada 1: Posto de Gasolina pouco antes do 1º Pedágio.

Leandro: Bruno, vai lá e pega mais ceva.
Thiago: Isso, vai lá. E leva estas garrafas vazias.
Bruno: Tá!... Mas falta uma aqui.
André: Ta aqui!!

Saí do carro e na porta da loja de conveniência, um segurança me olhou com cara de poucos amigos. Eu perguntei onde poderia colocar as garrafas. Ele me indicou a lixeira e abriu ela pra eu colocar as garrafas vazias. Entrando na loja, contei uns 8 refrigeradores ali, todos com refrigerante. Olhei pra mulher do balcão e perguntei:

Bruno: Vocês não vendem cerveja?
Menina do Balcão: .... (olhos arregalados, cabeça indicando que não e, momentos depois, avisando sobre quem estava atrás de mim).

Olhei pra trás, havia um policial. E daí? Como se todos que compram cerveja na estrada vão bebê-las no caminho e/ou são motoristas.... vai entender!?!?!

Parada 2: 2º Pedágio

Saindo do banheiro, depois daquela aliviada básica do nº1, um tiozinho num Escort não conseguia ligar o carro estacionado ali e pediu uma mão pra gente empurrar o carro dele. Prestativos que somos, sonho de tantas sogras por aí, ajudamos o sujeito e o carro dele pegou.

Parada 3: Placa!

Thiago, Bruno e André: Páááára ali!! Olha ali o acostamento, pode parar ali!! Olha a placa!! Vamo, vamo, vamo!!
Leandro: Pera, deixa eu pegar a máquina.
Leandro, Bruno, Thiago e André: Vamo, vamo, vamo porra!!

Assim nós achamos uma placa escrito "Km 14" na Free-Way e fomos bater uma foto ali, entre 1 e 1:30 da manhã, na mais pura escuridão. Batemos 3 fotos: na primeira saiu uma perna. Na segunda, uma cara e uns dedos. Na terceira saíram 3 pessoas, tá bom (coitado do André, que foi representado pelo seu braço)!

Chegando lá em Capão, por volta das 2 horas, tentamos beber o máximo que dava no menor tempo possível. Fomos até o Praiano e dê-lhe-que-te-dê-lhe nas bebidas (puts, e eu ainda assumo isso...). Não sei até que horas nós ficamos lá. Uma hora estávamos eu e o André lá no meio e o Leandro chegou dizendo que o Thiago tava mal. Nós saímos, comemos um cachorro quente e carregamos o Thiago (literalmente) até o carro...

VOLTA

Todos: Vamo durmir na casa do André, na praia de Albatroz.

Leandro: Thiago, vomita na sacola de gasolina!
(...)
André: Ô Thiago, mas não respira a gasolina da sacola.
(...)
André, com telefone na mão: Hm.. tá.. Rainha.. tá.
Bruno: Tá, e aí? Onde ele tá?
André: Rainha (Praia de Rainha do Mar, pra quem não conhece aqui).
Bruno: Rainha, onde?
André: Ah!.. lá..
Bruno: Hm?
André: Zzzzz...
Thiago: Bruno, para o carro meu... (detalhe, o motorista era o Leandro)

Thiago com a porta aberta tentando vomitar na estrada. Eu do lado. Um tio a pé vem pedir carona, completamente bêbado:

Tio: ô... Rola uma carona até Tramandaí?
Bruno: Nós não tamo indo até lá.
Tio: Onde cês vão?
Bruno: Ali adiante.
Tio: Hm... dá carona até ali!!
Thiago: "Hugo..!"
Bruno: Não, meu.
Tio: Pô.. dá carona!
Bruno: Tá meu..já era..
Thiago: "Hugo..!"
Tio: Tá mal meu? (passando a mão na cabeça do Thiago)

Depois que o tiozinho se mandou, nós fomos atrás do Fernando (irmão do André), que estava com a chave da casa que nós estávamos indo durmir.

Bruno: Liga pra ele e vê onde ele tá!
André: Liga tu aí..
Bruno: Eu não enxergo nada nesse teu telefone!
André: hm... (ligando e alcançando o fone). Tá, fala.
Bruno: Alô! Alô!!.. (Bruno com o telefone invertido, não ouvindo o Fernando)...
Leandro: Puts..(percebendo o Bruno "desinverter" o fone).
Bruno: ô meu, onde é que tu tá?
Fernando, no fone: Ô meu, quando a avenida ficar mão dupla, tu pega a esquerda.
Bruno: Ela é mão dupla inteira!!!..
(...)
Fernando: O meu, vocês tão num corsa?
Bruno: Um corsa vermelho!! (era um Celta).
Fernando: Volta, eu to aqui do outro lado da rua.
(...)
Fernando (agora pessoalmente): Meu irmão tá aí dentro?
André: Zzzzz....
Fernando: Ô Bruno, quando eu chegar lá, eu vo ligar pro teu celular pra ti abrir a porta.
Bruno: Tá!

Em casa, a porta não abria. Depois de 2 minutos empurrando (eu e o André) o André parou: "Peraí!". Colocou a mão por dentro da porta e tirou um pedaço de pau que segurava a porta.

Só acordei hoje. Uma chamada não atendida no celular... a do Fernando. O Leandro me disse que eu não atendi o fone e ainda mandei ele levantar pra abrir a porta. Eu juro que não lembro disso... Hoje, todos de ressaca, votamos a Porto. Chega!! Até o próximo findi.
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