uno, dos, tres...
André
Bruno
Kleiton
Laura
Leandro
Rafael
Thiago
14

hello, hello!
Cão Uivador
Dilbert blog
Forasteiro RS
GPF
Improfícuo
La'Máfia Trumpi
Limão com sal
Malvados
Moldura Digital
Notórios Infames
PBF archive
Wonderpree

hola!
• Boca no trombone
• Peliculosidade (cc)
• Mudança de Nome
• Série Alta Jogabilidade
• Me dá! AGORA!!!!
• Não sou atleta, logo posto. vol XV
• Não sou atleta, logo posto. vol XIV!
• Máicoun
• Não sou atleta, logo posto. vol XIII
• O cara levou um Fatality do Raiden!

Swinging to the music
• A 14 Km/seg
• Expressão Digital
• Peliculosidade
• Suando a 14
• Tá tudo interligado
• Cataclisma14 no Pan
• Libertadores 2007

dónde estás?


all this can be yours...





RSS
Testosterona
André - 03 agosto 2007 - 16:10
Duro de Matar 4.0 (Live Free or Die Hard)
4/5

Direção: Len Wiseman
Roteiro: Mark Bomback e Doug Richardson, baseado nos personagens criados por Roderick Thorp

Elenco
Bruce Willis (John McClane)
Timothy Olyphant (Greg)
Maggie Q (Mai Linh)
Justin Long (Matt Foster)
Jeffrey Wright(Victor Pope)
Mary Elizabeth Winstead (Lucy McClane)

Comprem uma cerveja e uma playboy antes de entrar na sessão.

Existe alguma trama envolvendo internet e dinheiro, enquanto Bruce Willis sai cagando todo mundo a pau e destruindo coisas.

O que se espera de um filme assim? Frases de efeito, boas tiradas de humor e sequências de tirar o fôlego. Ou seja, é o estereótipo do "cinema pra macho". Só que, ao contrário de outros blockbusters por aí, Duro de Matar em nenhum momento se leva a sério - e isso só torna o espetáculo ainda mais grandioso, pois John McLane é tratado mais como um ícone do que como uma personagem.

Já no início começam os tiroteios e explosões e acidentes e machucados e socos e explosões e brigas e lances inverossímeis. Só que, ao contrário de Transformers, que se contentava em simplesmente mostrar as coisas voando, aqui as cenas de ação são desenvolvidas, dando mais espaço à "fudidez" do protagonista. Preparem-se então pra ver Bruce Willis sendo levado aos seus limites, e depois mais um pouco, e mais um pouquinho, até ficar espetacular o suficiente.

Aliás, por falar em Bruce Willis, esse filme é dele: possui carisma e timing cômico o suficiente para nos fazer gostar de John McLane, mesmo sabendo que ele não poderia fazer tudo aquilo (física e psicologicamente falando) e que ele não se importa com as "baixas" necessárias para impedir a galera do mal.

Os únicos porém acabam sendo seu comparsa, cujo falatório de vez em quando se torna chato, e uma ou outra cena de ação que, por não ter nada de novo, acaba soando monótona. Mas como a película segue o tempo todo com a sua proposta "diversão descompromissada + violência bem coreografada", e se permite bons momentos de humor, acaba fazendo jus ao seu título. Mais do que isso não precisa.

Marcadores:

Comentários: 4