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Da Libertadores também
André - 17 agosto 2006 - 13:01
Não sei quanto a vocês, mas tenho sentido uma necessidade extrema do S.C.Municipal - e dos colorados também - de se tornar o Grêmio. É sério. Não apenas copiar os cantos, a festa, mas agora eles vêm com o papo de "Inter é a alma gaúcha", "Inter é raça", e aquele monte de adjetivos que se aplicam única e exclusivamente ao time da Azenha.

E, devo admitir, isso de certa forma me incomoda. Não que eu ache que eles partilham destes sentimentos, mas ao fazer isso estão banalizando todos aqueles princípios que regem o tricolor gaúcho e sua torcida. Sabe aquela sensação indescritível que passou pela espinha quando o Grêmio ganhou do Náutico com sete em campo? Eles acham que bater o LIBERTAD na semifinal de uma libertadores palha é a mesma coisa. E, com isso, acabam tornando "comum" um sentimento que é inerente aos gremistas: a paixão. O S.C.Municipal é um clube, um time, qualquer coisa, mas ninguém é apaixonado por ele. Cadê o Portaluppi do Inter?

Essa modinha de "somos raçudos" me irrita. O S.C.Municipal ganhou a copa? Ganhou. Mas não venham com esse papo de "alma gaúcha" porque eu não vi nada disso. Aliás, os próprios hinos exemplificam: enquanto o do colorado exalta as glórias(?), o do tricolor exalta a paixão da torcida. Por isso são mundos diferentes. Não é a imensidão de títulos a mais que torna o Grêmio o maior. É aquele mar azul cantando, seja na Série B, Série A, no alto do morro, na Argentina, na altitude, na Libertadores, no Japão. Não é a quantidade de vermelhos que enchem o estádio na final do principal torneio da américa Latina que faz a diferença, mas sim aquele cara de azul em um canto do mundo, onde o futebol é pouco conhecido, cantando a sua paixão com raça, altivez, coração. E orgulho.
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